sábado, 28 de março de 2015

ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NA SEGURANÇA PÚBLICA SERÁ DISCUTIDO NO FANTÁSTICO NESTE DOMINGO, DIA 29.


Neste domingo, dia 29, o programa Fantástico da Rede Globo de Televisão estará exibindo matérias sobre assédio moral e sexual na segurança pública do Brasil.

Vale a pena conferir.

AMESE OFICIA SECRETÁRIA DE DEFESA SOCIAL DA PREFEITURA DE ARACAJU SOLICITANDO REABERTURA DO PRAZO PARA RECADASTRAMENTO NO CARTÃO "MAIS ARACAJU".

Na manhã desta sexta-feira, a AMESE protocolou ofício endereçado à Secretária de Defesa Social da Prefeitura de Aracaju, Drª. Georlize Teles, solicitando a reabertura do recadastramento do cartão "Mais Aracaju" para os agentes de segurança pública, com o objetivo de ter acesso gratuito ao sistema integrado de transporte, pois alguns militares não tiveram condições de se recadastrarem no prazo anteriormente estabelecido.

A AMESE aproveita para avisar aos PMs e BMs, que já tomou conhecimento que a Empresa Tropical, ainda está identificando os militares no display das catracas dos seus ônibus e oficiará a SMTT Aracaju será oficiada para que determine o cumprimento da decisão do Superintendente Nelson Felipe, para que tais identificações sejam omitidas nas catracas, zelando-se assim pela segurança do militar.

Confiram abaixo o ofício encaminhado pela AMESE à Secretária de Defesa Social da Prefeitura de Aracaju, solicitando a reabertura do recadastramento do cartão "Mais Aracaju" para os agentes de segurança pública:


sexta-feira, 27 de março de 2015

JOVEM DE 16 ANOS AO SER APREENDIDA, GRITA PARA O COMPARSA ATIRAR EM POLICIAL DO BATALHÃO DE CHOQUE.

Mais uma menor de 16 anos é apreendida ao tentar assaltar um policial militar. Irritada, ela grita várias vezes para o comparsa atirar contra o PM.

Um policial militar do Batalhão de Choque, foi vítima de tentativa de assalto na Avenida Augusto Franco, na noite desta quinta-feira (26), e para sua surpresa, uma integrante da dupla, era menor de 16 anos.

A tentativa de assalto ocorreu quando a dupla, um homem e uma mulher, abordou o PM e anunciaram o assalto. As informações são de que a dupla já vinha agindo na região há alguns dias, porem ontem o crime acabou não acontecendo.

A dupla, já acostumada a assaltar, aborda os motociclistas em semáforos e de arma em punho roubam as motos. Por infelicidade da dupla de assaltantes, a vítima de ontem, foi um Cabo da PM, lotado no Batalhão de Choque, que reagiu ao assalto, apreendendo a mulher, que posteriormente, foi identificada como uma adolescente de 16 anos.

O outro comparsa conseguiu fugir, porém a jovem “inconformada” em ser apreendida, ele gritou por várias vezes para o comparsa atirar no policial. Ele preferiu fugir e deixar a menor nas mãos do PM.

Como o assaltante que fugiu não sacou nenhuma arma, o PM que mantinha a menor apreendida, não efetuou nenhum disparo contra o assaltante fugitivo. Com a chegada do Tático 02, a vítima - Policial militar - e a adolescente foram encaminhados à delegacia para as providências legais.

Fonte:  Faxaju

DEPUTADO SUBTENENTE GONZAGA DISCURSA SOBRE PL 3131/2008 QUE TORNA CRIME CONTRA POLICIAL HEDIONDO.



Fonte:  Youtube do Subtenente Gonzaga

AMESE AVISA AOS SEUS ASSOCIADOS QUE NÃO FUNCIONARÁ NOS DIAS 02 E 03 DE ABRIL.


A AMESE avisa aos seus associados que em virtude da Semana Santa, não funcionará nos dias 02 e 03 de abril, reabrindo normalmente no dia 06.

Agradecemos pela compreensão.

PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA QUESTIONA LEI QUE PERMITE ACESSO À CARREIRA DE OFICIAIS MILITARES NO DISTRITO FEDERAL SEM CONCURSO.


O procurador-geral da República ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5249) contra dispositivos da Lei Federal 12.086/2009 e do Decreto 33.244/2011, do Distrito Federal, que, ao dispor sobre os servidores da Polícia Militar do DF e do Corpo de Bombeiros Militar do DF, permitem acesso a diversas carreiras de oficiais por meio de transposição. Para o chefe do Ministério Público, as normas afrontam o princípio constitucional do concurso público e, em consequência, os princípios da igualdade e da eficiência.

Na ADI, o procurador revela que, ao regular as carreiras de oficiais permitindo, em determinados casos, a transposição de cargo para acesso ao oficialato, os dispositivos questionados violam o artigo 37 (inciso II) da Constituição Federal, que exige realização de concurso público para provimento de cargos na administração pública, uma vez que não incide nenhuma das exceções constitucionais a essa exigência.

Desde a Constituição de 1988, o concurso público é obrigatório para o provimento de cargos e empregos púbicos, tanto na esfera federal quanto nas esferas estaduais e municipais, civil ou militar. A realização de certame público assegura observância de princípios e garantias constitucionais como isonomia, devido processo legal, ampla defesa, impessoalidade, moralidade e eficiência, ressalta a ação.

A inconstitucionalidade do provimento por concurso interno para cargos de carreiras distintas já foi pacificada no STF, por meio da Súmula 685, explica o procurador. E, segundo ele, é nítida a distinção entre os quadros da carreira militar de oficiais, que exercem comando, chefia e direção nas corporações militares, e de praças, aos quais cabem atividades complementares e de execução operacional.

“Portanto, tratando-se de quadros diversos, no vigente regime constitucional, compostos por cargos com atribuições radicalmente distintas, exige-se prévia realização de concurso público específico para o quadro de oficial, não sendo possível realização de concurso interno para acesso ao oficialato, em virtude do estabelecido pelo artigo 37 (inciso II) da Constituição da República”.

Tratamento diverso

O procurador lembra que para ingressar nos quadros de Oficiais Policiais Militares, Oficiais Policiais Militares de Saúde, Oficiais Policiais Militares Capelães, Oficiais Bombeiros Militares Combatentes, Oficiais Bombeiros Militares de Saúde, Oficiais Bombeiros Militares Complementar e de Oficiais Bombeiros Militares Capelães, é necessário aprovação em concurso público.

Já para os quadros de Oficiais Policiais Militares Administrativos, Oficiais Policiais Militares Especialistas, Oficiais Policiais Militares Músicos, Oficiais Bombeiros Militares de Administração, Oficiais Bombeiros Militares Músicos e Oficiais Bombeiros Militares de Manutenção, o acesso pode ocorrer mediante transposição de cargo por meio de processo seletivo interno, cujos únicos postulantes são aqueles que ingressaram originariamente nas corporações na graduação de praças.

“Ante a exigência de concurso público para ingresso em vários quadros de oficialato, não há razão alguma de interesse público ou de justificação de tratamento diverso para amparar ingresso mediante seleção interna ou ascensão nos quadros a que se referem as normas impugnadas”, argumenta o procurador, afirmando que essa diferenciação ofende os princípios da isonomia e da eficiência.

O procurador pede a concessão de medida cautelar para suspender os efeitos dos dispositivos questionados da Lei 12.086/2009 e, por arrastamento, do Decreto Distrital 33.244/2011. E, no mérito, a confirmação da liminar, com a declaração de inconstitucionalidade das normas.

O tema, no entanto, será analisado diretamente quanto ao mérito. O relator da ação, ministro Teori Zavascki, aplicou ao processo o rito abreviado, previsto no artigo 12 da Lei das ADIs (Lei 9.868/1999), em razão da relevância do tema. Com isso, a decisão será tomada em caráter definitivo pelo Plenário do STF.

MB/FB
Processos relacionados
ADI 5249

Fonte: STF

ADVOGADO DA AMESE PEDE ELUCIDAÇÃO DE ASSASSINATO DE SARGENTO.

Na manhã desta quinta-feira, dia 26, o advogado Márlio Damasceno, assessor jurídico da AMESE, oficiou o Secretário de Segurança Pública Dr. Mendonça Prado, cobrando a elucidação do assassinato do Sargento André Nascimento e consequente prisão dos marginais.No ofício Dr. Márlio destaca que já fazem 34 dias que o crime foi praticado contra o citado militar, por dois meliantes, sem que se tenha ao menos, conhecimento da identificação dos elementos que cometeram tal delito.

Impunidade

O advogado ressalta no ofício que à época do assassinado do Sargento André Nascimento, ocorreu também um latrocínio contra um taxista e uma tentativa de homicídio contra o Secretário Geral da OAB/SE, onde os meliantes foram identificados, sendo os maiores presos e os menores apreendidos, dando-se uma resposta rápida."Não deixaremos que o assassinato do Sargento André caia no esquecimento", afirmou o Dr. Márlio Damasceno.

Fonte:  Blog do jornalista Cláudio Nunes

quinta-feira, 26 de março de 2015

AMESE ATUALIZA INFORMAÇÕES SOBRE O ESTADO DE SAÚDE DO SARGENTO PINTO.


A AMESE vem atualizar informações sobre o estado de saúde do Sargento Pinto, obtidas através do facebook do seu irmão Tenente Fábio Pinto:

"Venho novamente aqui para atualizar as informações sobre o estado de saúde do meu irmão, o Sgt Pinto:  ele saiu da UTI hoje por volta das 18h, e está agora na enfermaria 403, leito 2, ainda no HUSE. Ele está reagindo muito bem ao tratamento, mas ainda encontra-se sonolento. As visitas já estão liberadas, e salvo engano, o horário vai das 09h às 19h. Sei que muitos amigos esperavam por esse momento para poder dar-lhe o seu carinho e palavras de conforto que tanto ajudam na recuperação de qualquer paciente. Mas quero pedir a todos que respeitem as regras do Hospital, pois recebemos várias reclamações da direção à respeito de pessoas que forçavam a visita através de alguém conhecido que trabalha por lá, e isso trouxe problemas para os profissionais que trabalham no setor. Tais comportamentos podem dificultar o atendimento ao meu irmão. Espero que entendam.
Muito obrigado".

AMESE ENCAMINHA OFÍCIO AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA REIVINDICANDO CRÉDITOS NO CARTÃO ALIMENTAÇÃO PARA POLICIAIS MILITARES QUE TRABALHAM NA CPTran, CPRv, GETAM E SEJUC.

Na manhã desta quinta-feira, dia 26, a AMESE oficiou o Secretário de Segurança Pública Dr. Mendonça Prado, solicitando providências no sentido de garantir aos policiais militares lotados na CPTran, CPRv e GETAM, tenham seus créditos no cartão alimentação de acordo com os dias em que os mesmos estiverem de serviço, visto que não estão tendo tais valores creditados em decorrência de recebem alimentação servida e preparada por empresa contratada pelo DETRAN/SE.

No ofício a AMESE ressalta a importância de ser creditado os valores no cartão alimento, com o objetivo de garantir aos profissionais de segurança pública, uma alimentação de melhor qualidade durante o trabalho, já que a alimentação que ora é fornecida, conforme reclamações anteriores, publicadas inclusive na imprensa local, através do site Faxaju, em 07/10/2013 e novamente em 25/03/2015, é de qualidade ruim, havendo inclusive a solicitação de inspeção pela Vigilância Sanitária na matéria jornalística.

Em 08/01/2014, a AMESE solicitou ao diretor-presidente do DENTRAN/SE, através de ofício, conforme cópia que foi anexada, providências no sentido de suspender o fornecimento de alimentação e creditar valores correspondentes no cartão alimentação.  Sobre o mesmo tema, foi também encaminhado ofício ao Secretário de Justiça em 01/01/2014, bem como ao Comandante da PMSE, em 07/10/2013.

Em relação a SEJUC (Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania), o caso é ainda mais grave, pois os policiais militares que lá desempenham suas funções, não recebem alimentação, nem créditos no cartão alimentação.

A AMESE aguarda que providências sejam efetivamente tomadas pelo Secretário de Segurança Mendonça Prado, com o objetivo de garantir ao policiais militares que desempenham suas atividades nos locais aqui citados, os devidos créditos no cartão alimentação, podendo assim alimentarem-se dignamente.

Vejam abaixo o teor do ofício encaminhado pela AMESE ao Secretário de Segurança:



AMESE, SEMPRE TRABALHANDO NA DEFESA DA CLASSE MILITAR. VENHA FAZER PARTE DESTA FAMÍLIA. ASSOCIE-SE.

ASSASSINATO DE PM: ADVOGADO COBRA INVESTIGAÇÃO.

Advogado da Amese envia ofício ao secretário da SSP

Sargento André foi morto em tentativa de assalto (Foto: SSP)

A Associação dos Militares de Sergipe (Amese) está insatisfeita com o tratamento dado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública ao assassinato do sargento André Nascimento, morto a tiros no dia 20 de fevereiro deste ano durante tentativa de assalto ocorrida nas proximidades de um posto de combustível na Praia de Jatobá, no município da Barra dos Coqueiros.

Nesta quinta-feira, 26, o advogado Márlio Damasceno, assessor jurídico da Amese, enviou ofício ao secretário Mendonça Prado, da Segurança Pública, solicitando agilidade para elucidar o crime e a consequente identificação e prisão dos criminosos. “Já faz 34 dias que o crime foi praticado contra o militar sem que tenha, ao menos, conhecimento da identificação dos elementos que cometeram tal delito”, comentou o advogado.

O advogado até compara o empenho da equipe da SSP para desvendar e prender os suspeitos que assassinaram um taxista e tentaram matar o advogado Sérgio Aragão, secretário geral da OAB/SE, crimes que ocorreram na mesma época. “À época do assassinato do sargento André Nascimento ocorreu também um latrocínio contra um taxista e uma tentativa de homicídio contra o secretário geral da OAB de Sergipe, os meliantes foram identificados, sendo os maiores presos e os menores apreendidos, dando-se uma resposta rápida”, ressaltou. “No caso do sargento, que deu sua vida defendendo a sociedade, os marginais não foram identificados. É necessário também dar uma resposta rápida a este caso para que os meliantes não fiquem impunes nem paire, perante a sociedade e principalmente perante a tropa, tal sentimento de impunidade”, enalteceu o advogado.

O Portal Infonet tentou ouvir o secretário Mendonça Prado, mas não obteve êxito. A assessoria do secretário informou que ele estava em reunião e se comprometeu a dar uma resposta, mas até o momento não se manifestou. O Portal Infonet permanece à disposição. Informações devem ser enviadas por e-mail jornalismo@infonet.com.br ou por telefone (79) 2106 – 8000.

Fonte:  Infonet (Cássia Santana)

SAMUEL DENUNCIA SITUAÇÃO DE PENÚRIA VIVIDA POR PMs.


O deputado estadual Capitão Samuel, que lidera a bancada de oposição na Assembleia Legislativa, denunciou nesta quarta-feira (25), a situação de penúria em que estão vivendo os militares que atuam no interior do Estado, especialmente, os do 7º Batalhão da Polícia Militar, localizado no município de Lagarto.

“Estive no Batalhão e fiquei assustado com a situação. Os militares foram colocados no local, sem as mínimas condições. O alojamento completamente depreciado, os banheiros bagunçados, sem condições de dormida digna. Um local inapropriado para colocar qualquer ser humano”, definiu o deputado capitão Samuel, que preside a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, após visitar a unidade, na semana passada.

Samuel apontou que os militares sofrem, também, com a falta de condições de trabalho. “Não há, sequer, combustível para abastecer as  viaturas”, afirmou, citando, ainda, a questão da mobilidade.  “O Estado não oferece transporte para levar e nem trazer os policiais dos municípios. Ademais, a escala é de 12 horas trabalhadas por 36 horas de folga, em razão da deficiência no efetivo.  Por essa razão temos reiteradas vezes cobrado a convocação dos aprovados no último concurso público  da Polícia Militar.

Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, Samuel fundamentou a sua preocupação, mostrando dados de um Boletim interno da própria PM, segundo o qual, 1.217 policiais militares deixaram a Corporação nos últimos quatro anos, em virtudes de situações que variam de afastamento por invalidez, até aposentadoria. “Esse é o motivo para a oposição estar cobrando a convocação”, explicou o deputado, lembrando que, em dezembro de 2012, o atual subcomandante da PM, coronel Jackson Nascimento, concedeu entrevista dizendo que o efetivo mínimo ideal para Sergipe seria de 8 mil homens atuando na segurança pública.

“São palavras do próprio responsável pela pasta hoje. De lá pra cá o Governo só convocou 600 homens. Desses, até agora só chamou 300”, reclamou Samuel, lembrando que o efetivo está muito abaixo da necessidade e quem sofre as consequências são os policiais que ficam sobrecarregados e a própria população que não tem o policiamento ostensivo que, é obrigação constitucional e direito do cidadão.  

ISONOMIA – Outra preocupação de Samuel diz respeito à isonomia de tratamento entre os militares. A forma como os novos militares vêm sendo tratados é desumana. “É impossível se ter uma vida digna, da forma como eles estão trabalhando. Além da sobrecarga de trabalho, o tempo que têm de folga, esses militares têm que optar entre resolver os problemas de ordem pessoal ou descansar para o serviço do dia seguinte”, afirmou o parlamentar, ressaltando que, atualmente,  eles obedecem a uma escala semelhante à de uma segurança que trabalha na iniciativa privada.

Outra reclamação é que os novos soldados têm que viajar nas linhas intermunicipais de ônibus ou no transporte alternativo, o que é um risco. “Viajamos com medo todos os dias porque sabemos que é um policial num transporte comum é um alvo fácil. Enquanto arriscamos nossas vidas, os mais antigos viajam nas viaturas”, contou um dos militares, ao pedir reservas do nome.

Fonte:  www.deputadocapitaosamuel.blogspot.com.br

CÂMARA APROVA PENA MAIOR PARA CRIME CONTRA POLICIAL; MATÉRIA VAI AO SENADO.

O Plenário aprovou nesta quinta-feira projeto que torna crime hediondo o assassinato de policiais, militares das Forças Armadas, entre outros, quando eles estiverem em serviço. O rigor se estenderá aos parentes dos agentes de segurança.


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (26), projeto que torna homicídio qualificado e crime hediondo assassinar policial, bombeiro militar, integrante das Forças Armadas, do sistema prisional e da Força de Segurança Nacional, quando esses profissionais estiverem em serviço.

O agravamento do crime também se estende ao cônjuge, companheiro ou parente até 3º grau do agente público de segurança, quando o delito for motivado pela ligação familiar. Em todos esses casos, a pena será de reclusão, de 12 a 30 anos. O homicídio simples prevê pena menor (reclusão de seis a 20 anos).

Atualmente, já é homicídio qualificado o cometido por motivo fútil, mediante encomenda, contra a mulher em razão de sua condição de sexo feminino (feminicídio), entre outros.

O projeto original (PL 3131/08), do Senado, previa penas maiores tanto para quem matar policial como para o policial que matar alguém, e não falava dos parentes. O texto foi alterado após acordo feito no Plenário, com apoio de parlamentares ligados à discussão da segurança púbica.

O relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado João Campos (PSDB-GO), apresentou uma emenda substitutiva modificando a redação. Com a alteração na Câmara, o PL 3131/08 segue para nova análise dos senadores.

Lesão corporal

O texto aprovado, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90), estabelece que a lesão corporal cometida contra agentes de segurança em serviço, e seus parentes, será aumentada de 1/3 e 2/3.

Além disso, o substitutivo transforma em crime hediondo o assassinato, a lesão corporal dolosa de natureza gravíssima e a lesão corporal seguida de morte de agentes de segurança em serviço e seus parentes. Atualmente, é considerado crime hediondo o genocídio, a tortura, o estupro, o latrocínio, o sequestro, entre outros. Não existem hipóteses de lesão corporal como crime hediondo. Esses tipos de delito não recebem indulto, anistia ou graça e não podem ser objetos de fiança.

Arcabouço

Para João Campos, o substitutivo cria um “arcabouço jurídico de proteção ao policial brasileiro”. Ele afirmou que neste ano a média é de dois policiais assassinados por dia no exercício do dever. “Tenho certeza de que a sociedade brasileira não aceita isso”, disse.

Deputados oriundos da área de segurança pública elogiaram a aprovação. “É um momento histórico para aqueles que protegem a sociedade com sacrifício”, disse o deputado Major Olimpio (PDT-SP).

Já o líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), criticou o fato de a lesão corporal contra agente de segurança ser incluída como um caso de crime hediondo. “Estamos banalizando o crime hediondo”, argumentou. A inclusão também foi criticada pelo líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR). “Crime hediondo para lesão corporal é uma aberração jurídica. Não existe isso em nenhum país do mundo”, comentou.

Auto de resistência

Durante a votação, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, anunciou, após pedidos de deputados do PT, que colocará em votação em 60 dias o Projeto de Lei 4471/12, que aumenta o rigor na apuração de mortes e lesões corporais decorrentes da ação de policiais. O PT ameaçou iniciar um processo de obstrução contra a votação do PL 3131/08, caso não fosse dada uma sinalização para a votação do PL 4471/12.

Este projeto acaba com o chamado “auto de resistência”, mecanismo legal que autoriza os agentes públicos e seus auxiliares a utilizarem os meios necessários para atuar contra pessoas que resistam à prisão em flagrante ou determinada por ordem judicial.

Fonte:  Agência Câmara

DOCUMENTO ENTREGUE NA CÂMARA DOS DEPUTADOS PEDE QUE CRIMES CONTRA POLICIAIS SE TORNEM HEDIONDOS.


Um documento, em apoio ao projeto de lei que torna hediondos os crimes cometidos contra policiais e agentes da segurança pública, foi entregue, na segunda-feira, (23), ao deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), presidente da Câmara. O papel continha 160 mil assinaturas a favor do projeto.

De acordo com o presidente da Câmara, ele dará urgência na tramitação desta proposta. A redação do projeto será definida em reunião da bancada de segurança pública na Câmara, na manhã desta terça-feira. Ainda esta semana o projeto pode ser votado em plenário.

Os papéis foram entregues pelo deputado Flávio Bolsonaro (PP/RJ), em companhia do coronel Íbis, chefe de gabinete do comandante-geral da Polícia Militar, do também deputado Eduardo BOLSONARO (PSC/SP) e da cabo Flávia Louzada, organizadora de atos públicos em prol das famílias de policiais.

Fonte:  Extra

ÔNIBUS É ASSALTADO PRÓXIMO AO GETAM.

Mais um roubo a ônibus é registrado em Aracaju


Três bandidos armados fizeram um verdadeiro arrastão dentro de um ônibus na noite da quarta-feira, 25, em Aracaju. Curioso é que o crime foi cometido, por volta das 21h, em local bem próximo à sede do Grupamento Tático de Motos (Getam) da Polícia Militar de Sergipe, na avenida Augusto Maynard. Neste assalto, os bandidos levaram toda a renda do coletivo, avaliada em R$ 240, e muitos pertences de passageiros, segundo relatos do motorista e do cobrador que estavam trabalhando no momento.

O assalto foi registrado em Boletim de Ocorrência na Delegacia Plantonista (Deplan). De acordo com informações das vítimas, os bandidos entraram no coletivo que explora a linha 200 [Circular Indústria e Comércio 01] sem levantar suspeitas. Eles se posicionaram em pontos diferentes no coletivo e, logo depois que o veículo passou pela sede do Getam, anunciaram o assalto.

Dois deles se posicionaram nas proximidades da catraca e o outro ficou próximo ao motorista, enquanto o outro roubava os passageiros. Um deles exibiu uma faca e o outro estava com um objeto preso à cintura, com semelhança a uma arma. Mas as vítimas não visualizaram. Depois do arrastão, ainda na mesma avenida e próximo ao Getam, os bandidos desceram com tranquilidade e conseguiram fugir. Os passageiros acionaram a polícia ligando para o 190, mas ninguém foi preso.

Fonte:  Infonet

ASSESSOR JURÍDICO DA AMESE OFICIA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA COBRANDO ELUCIDAÇÃO DO ASSASSINATO DO SARGENTO ANDRÉ NASCIMENTO E PRISÃO DOS MARGINAIS.


Na manhã desta quinta-feira, dia 26, o Dr. Márlio Damasceno, assessor jurídico da AMESE, oficiou o Secretário de Segurança Pública Dr. Mendonça Prado, cobrando a elucidação do assassinato do Sargento André Nascimento e consequente prisão dos marginais.

No ofício Dr. Márlio destaca que já fazem 34 dias que o crime foi praticado contra o citado militar, por dois meliantes, sem que se tenha ao menos, conhecimento da identificação dos elementos que cometeram tal delito.

O advogado ressalta no ofício que à época do assassinado do Sargento André Nascimento, ocorreu também um latrocínio contra um taxista e uma tentativa de homicídio contra o Secretário Geral da OAB/SE, onde os meliantes foram identificados, sendo os maiores presos e os menores apreendidos, dando-se uma resposta rápida.

Ocorre que, no caso do Sargento André, que deu sua vida defendendo a sociedade ao tentar evitar um assalto no Posto Petrox, nas proximidades da Praia do Jatobá, município de Barra dos Coqueiros, os marginais não foram identificados, sequer presos, necessitando-se também dar uma resposta rápida ao caso, para que tais meliantes não fiquem impunes e nem paire perante a sociedade e principalmente perante a tropa, tal sentimento de impunidade, até porque, os criminosos têm perdido o medo de enfrentar a polícia e matar policiais, que muitas vezes, são mortos defendendo a sociedade, necessitando ser dada uma resposta a este e outros casos.

"Não deixaremos que o assassinato do Sargento André caia no esquecimento", afirmou o Dr. Márlio Damasceno.

Confiram abaixo o ofício encaminhado pelo assessor jurídico da AMESE ao Secretário de Segurança: